quinta-feira, 19 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
Reis da 1ª Dinastia
Reis de Portugal
1ª Dinastia (Afonsina)
Imagem
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Nome
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Cognome
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Nascimento / Morte
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Factos do reinado
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O Conquistador / O Fundador
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1108 - 1185
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Foi o primeiro rei de Portugal e conquistou território até Lisboa e Alentejo.
Reinou entre 1143 e 1185. | ||
D. Sancho I
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O Povoador
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1154 - 1211
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Conquistou Silves e passou a chamar-se «Rei de Portugal e dos Algarves».
Reinou entre 1185 e 1211. | |
D. Afonso II
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O Gordo
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1185 - 1223
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Convoca as primeiras cortes portuguesas, em Coimbra (1211).
Reinou entre 1211 e 1223. | |
D. Sancho II
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O Capelo
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1209 - 1248
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Não teve descendência, pelo que o reino passou para o irmão.
Reinou entre 1223 e 1248. | |
D. Afonso III
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O Bolonhês
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1210 - 1279
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Manda efectuar Inquirições Gerais (1258) - reduz abusos do clero e nobreza.
Reinou entre 1248 e 1279. | |
O Lavrador
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1261 - 1325
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Incentivou o comércio, a cultura, a agricultura e mandou plantar o pinhal de Leiria.
Reinou entre 1279 e 1325. | ||
D. Afonso IV
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O Bravo
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1290 - 1357
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Tomou medidas muito polémicas e chamou toda a justiça do reino para as suas mãos.
Reinou entre 1325 e 1357. | |
O Justiceiro / O Cruel (Cru)
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1320 - 1367
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Vingou a morte de D. Inês de Castro.
Reinou entre 1357 e 1367 com uma enorme prosperidade económica. | ||
D. Fernando
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O Formoso
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1345 - 1383
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Gerou conflitos com Castela que levaram àcrise de 1383/1385.
Reinou entre 1367 e 1383. |
terça-feira, 10 de março de 2015
A Vida nos Concelhos
Um Concelho era uma povoação que tinha recebido foral ou carta de foral:
Documento escrito onde ficavam registados os direitos / deveres dos seus moradores para com o senhor que lhes tinha atribuído a carta: reis, grandes senhores da nobreza e do clero.
Concessão de Carta de Foral Carta de Foral
Os moradores destes concelhos (chamados vizinhos) tinham mais regalias e maior autonomia (judicial e administrativa). O pelourinho /picota era um símbolo da autonomia do concelho.
Os concelhos dispunham de uma “assembleia de homens-bons” para resolver os principais problemas da comunidade.
O alcaide era o chefe militar e representava o rei no concelho.
Os concelhos urbanos.
O desenvolvimento do comércio externo, a partir de meados do século XIII, contribuiu para o crescimento das cidades (burgos) à volta dos rios e situadas no litoral.
Nestas cidades viviam alguns “burgueses” (mercadores e artesãos enriquecidos com o comércio externo).
Frequentavam escolas para se instruírem /saber ler, escrever, fazer contas e contratos comerciais…
Os burgueses, distinguiam-se do resto do povo e com o tempo formaram um novo grupo social chamado burguesia.
Domus Municipalis de Bragança
A Vida nos Mosteiros
Pertenciam ao clero todos os membros da Igreja e a sua principal função era a actividade religiosa.
Temos o :
Clero regular: constituído por ordens religiosas e que vivia dentro dos mosteiros /conventos em comunidades e com regras próprias.
Clero secular: era constituído por padres e bispos. Viviam nas aldeias/cidades, junto da população. Possuíam grandes extensões de terras e gozavam de grandes privilégios:
- não pagavam impostos.
- podiam exigir rendas e impostos aos homens do povo que viviam e trabalhavam nas suas terras.
As actividades do mosteiro
Além do serviço religioso, os monges tinham outras actividades ligadas:
Ao ensino (o clero era o grupo social mais instruído, sabia ler, escrever, contar).
À assistência a doentes, peregrinos e mendigos.
Tínhamos também monges copistas que escreviam à mão documentos e livros, feitos em pergaminho, que decoravam por vezes com ilustrações de cores vivas e ouro:iluminuras.
iluminura |
Monges copistas |
As Atividades Económicas
A maior parte da população no século XIII dedicava-se à agricultura / pastorícia.
Nos terrenos aráveis praticava-se a agricultura, mas havia poucos terrenos aráveis, grande parte eram terrenos bravios, nos quais se praticava a pastorícia.
Nos matagais e florestas ia-se buscar: lenha, madeira, frutos silvestres, mel, cera, cortiça, caça variada.
A agricultura e a pastorícia forneciam os produtos básicos da alimentação.
O trabalho era manual e os instrumentos rudimentares.
A terra produzia pouco e a falta de cereais era frequente ( anos de fome e epidemias).
A apicultura era também uma actividade muito desenvolvida.
Temos ainda o aproveitamento do mar e dos rios através da pesca (marítima e fluvial) e do comércio marítimo e ainda o sal (produto indispensável para a conservação dos alimentos e curtumes), com a salicultura.
Os pastores, agricultores e pescadores desenvolviam também actividades artesanais, fabricando os objectos de que necessitavam no seu dia-a-dia.
Desenvolve-se uma produção artesanal.
Esta actividade era mais variada nas cidades e vilas e os artesãos ( ferreiros, carpinteiros, oleiros, tanoeiros, pedreiros, sapateiros, alfaiates, ourives…) tinham as suas lojas onde vendiam os seus produtos.
tanoeiros oficinas-tendas
O Comércio Interno e Externo
No século XIII, terminada a Reconquista, aumentam o comércio e a circulação de moeda.
Comércio Interno:
Comércio realizado dentro do país.
O almocreve era importante. Abastecia as populações e levava as mensagens, encomendas e informações.
Temos também: mercados; feiras (criadas pela carta de feira (documento onde estão escritos os direitos e obrigações dos feirantes)); feiras francas (criadas por D. Dinis, isentas de portagens e outros impostos, para incentivar o comércio em zonas mais desfavorecidas).
Comércio Externo:
Comércio feito com outros países.
Importações (o que Portugal compra): cereais, tecidos metais, armas , objectos de adorno…
Exportações (o que Portugal vende): vinho, mel / cera, sal, azeite, frutos, couros…
Portugal fazia comércio com: Itália, Inglaterra, Espanha, Flandres, França, Alemanha.
http://www.prof2000.pt/users/maria_soa/seculoXIII3.htm
A sociedade portuguesa no século XIII
OS GRUPOS SOCIAIS NO SÉCULO XIII
NOBREZA / CLERO / POVO

A população portuguesa no século XIII, era constituída por:
3 grupos sociais:
Nobreza: defendia o território
Clero: serviço religioso
Povo: trabalhava para ele e para os outros grupos sociais.
Clero e Nobreza são grupos privilegiados:
Não pagavam impostos ao rei.
Possuíam grandes terras.
Tinham vários poderes, como: aplicar a justiça e receber os impostos dentro dos seus domínios. Podiam recrutar homens para formar o seu exército.
O Povo era o grupo mais desfavorecido e numeroso.

A VIDA NAS TERRAS SENHORIAIS
As terras que pertenciam ao rei eram os: reguengos.
As terras doadas à nobreza chamavam-se: honras.
As terras doadas ao clero chamavam-se: coutos.
No senhorio vivia o nobre e a sua família, mas a maioria dos habitantes era gente do povo (servidores domésticos e camponeses) que:
Trabalhava na agricultura/ pastorícia.


Ia à guerra.
Ajudava o senhor nas caçadas, na construção e obras do castelo…
Tinham uma vida difícil:
Trabalhavam 6 dias por semana e de sol a sol.
Tinham de prestar muitos serviços e pagar pesadas rendas e impostos ao nobre a quem o senhorio pertencia.
O nobre dentro do seu senhorio tinha:
Muitos poderes e privilégios.
Obrigação de proteger as pessoas que estavam na sua dependência.
A ocupação da nobreza
A sua principal função era combater em tempo de guerra e em tempo de paz, dedicavam-se a actividades que lhes permitiam uma boa preparação para a guerra:
caça
torneios / justas
xadrez





Outras actividades: banquetes, assistir a espectáculos de jograis e trovadores.

http://www.prof2000.pt/users/maria_soa/seculoxiii4.htm
NOBREZA / CLERO / POVO
A população portuguesa no século XIII, era constituída por:
3 grupos sociais:
Nobreza: defendia o território
Clero: serviço religioso
Povo: trabalhava para ele e para os outros grupos sociais.
Clero e Nobreza são grupos privilegiados:
Não pagavam impostos ao rei.
Possuíam grandes terras.
Tinham vários poderes, como: aplicar a justiça e receber os impostos dentro dos seus domínios. Podiam recrutar homens para formar o seu exército.
O Povo era o grupo mais desfavorecido e numeroso.
A VIDA NAS TERRAS SENHORIAIS
As terras que pertenciam ao rei eram os: reguengos.
As terras doadas à nobreza chamavam-se: honras.
As terras doadas ao clero chamavam-se: coutos.
No senhorio vivia o nobre e a sua família, mas a maioria dos habitantes era gente do povo (servidores domésticos e camponeses) que:
Trabalhava na agricultura/ pastorícia.
Ia à guerra.
Ajudava o senhor nas caçadas, na construção e obras do castelo…
Tinham uma vida difícil:
Trabalhavam 6 dias por semana e de sol a sol.
Tinham de prestar muitos serviços e pagar pesadas rendas e impostos ao nobre a quem o senhorio pertencia.
O nobre dentro do seu senhorio tinha:
Muitos poderes e privilégios.
Obrigação de proteger as pessoas que estavam na sua dependência.
A ocupação da nobreza
A sua principal função era combater em tempo de guerra e em tempo de paz, dedicavam-se a actividades que lhes permitiam uma boa preparação para a guerra:
caça
torneios / justas
xadrez
Outras actividades: banquetes, assistir a espectáculos de jograis e trovadores.
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